Plano
Nacional de Educação.
O primeiro PNE – Plano Nacional da Educação foi criado em
1996, e vigorou entre os anos de 2001 a 2010. Seu objetivo era melhorar a
educação no país com diversas metas. Foi um plano importante, porém não foi
possível cumpri-lo à risca: questões significantes ficaram de foram ou não
foram alcançadas. Por exemplo, a questão do aumento do PIB (Produto Interno
Bruto) para educação fora vetada em virtude do momento econômico ruim em que se
passava o Brasil e outros países capitalistas. Também não houve punição para
aqueles que não cumprissem o plano. Por fim, visando uma estratégia na qual
houvesse melhores e reais resultados na educação brasileira o PNE foi refeito,
numa visão estendida para que as metas sejam alcançadas entre 2011 e 2020. Foi
levado à Câmara o qual foi aprovado e agora aguarda a decisão do Senado. Este
novo PNE foi aprimorado e inovado. Tem um perfil mais objetivo, traz
estatísticas, o que facilitará seu cumprimento e fiscalização, como também abre
maior espaço para debates entre as escolas, comunidades e profissionais da
área.
Porém embora tenha sido aprovado o novo plano não
significa que será cumprido à risca como deverá ser, ainda é grande a desigualdade,
principalmente nas escolas publicas, para atingir essa meta, precisaríamos de
uma lei que falasse na redução da desigualdade social que ainda afetam o desempenho.
Para que se tenham bons resultados é preciso que haja mais pressão cobrança nos
sistemas educacionais talvez assim possa adquirir bons resultados nos próximos
anos.
O processo é lento e nem sempre é cumprido no tempo que
deveriam, os projetos deste então, ficam parados devido à falta de consenso
sobre pontos como investimento em educação e metas de desempenho do ensino.
É preciso mudar
esta realidade, é preciso que o Brasil amplie o acesso à educação e melhore a
qualidade do ensino. Isso inclui, entre outras metas, erradicar o
analfabetismo, universalizar o ensino básico e oferecer escolas em tempo
integral em metade das unidades do país. Também faz parte dos objetivos a
ampliação no número de vagas no ensino superior, incluindo pós-graduação, e a
garantia de aprimoramento da formação e aumento do salário dos professores. Será
que isso será mesmo cumprido no tempo determinado? Eis a questão. As
estratégias relativas à melhoria do ensino deveriam ser mais detalhadas. A
baixa qualidade é o maior problema da educação brasileira e a falta de
detalhamento sobre como garantir o avanço efetivo, falta mais investimento
ampliação na área.
O Ministério da Educação precisa mobilizar os dirigentes
do ensino básico e superior para garantir que os avanços sejam feitos no prazo
estabelecido. É preciso que a sociedade Comece a cobrar mais o cumprimento das
metas. É preciso que haja mais monitoramento.
Nenhum comentário:
Postar um comentário