sexta-feira, 5 de junho de 2015

Plano Nacional de Educação.
O primeiro PNE – Plano Nacional da Educação foi criado em 1996, e vigorou entre os anos de 2001 a 2010. Seu objetivo era melhorar a educação no país com diversas metas. Foi um plano importante, porém não foi possível cumpri-lo à risca: questões significantes ficaram de foram ou não foram alcançadas. Por exemplo, a questão do aumento do PIB (Produto Interno Bruto) para educação fora vetada em virtude do momento econômico ruim em que se passava o Brasil e outros países capitalistas. Também não houve punição para aqueles que não cumprissem o plano. Por fim, visando uma estratégia na qual houvesse melhores e reais resultados na educação brasileira o PNE foi refeito, numa visão estendida para que as metas sejam alcançadas entre 2011 e 2020. Foi levado à Câmara o qual foi aprovado e agora aguarda a decisão do Senado. Este novo PNE foi aprimorado e inovado. Tem um perfil mais objetivo, traz estatísticas, o que facilitará seu cumprimento e fiscalização, como também abre maior espaço para debates entre as escolas, comunidades e profissionais da área.
Porém embora tenha sido aprovado o novo plano não significa que será cumprido à risca como deverá ser, ainda é grande a desigualdade, principalmente nas escolas publicas, para atingir essa meta, precisaríamos de uma lei que falasse na redução da desigualdade social que ainda afetam o desempenho. Para que se tenham bons resultados é preciso que haja mais pressão cobrança nos sistemas educacionais talvez assim possa adquirir bons resultados nos próximos anos.
O processo é lento e nem sempre é cumprido no tempo que deveriam, os projetos deste então, ficam parados devido à falta de consenso sobre pontos como investimento em educação e metas de desempenho do ensino.
 É preciso mudar esta realidade, é preciso que o Brasil amplie o acesso à educação e melhore a qualidade do ensino. Isso inclui, entre outras metas, erradicar o analfabetismo, universalizar o ensino básico e oferecer escolas em tempo integral em metade das unidades do país. Também faz parte dos objetivos a ampliação no número de vagas no ensino superior, incluindo pós-graduação, e a garantia de aprimoramento da formação e aumento do salário dos professores. Será que isso será mesmo cumprido no tempo determinado? Eis a questão. As estratégias relativas à melhoria do ensino deveriam ser mais detalhadas. A baixa qualidade é o maior problema da educação brasileira e a falta de detalhamento sobre como garantir o avanço efetivo, falta mais investimento ampliação na área.

O Ministério da Educação precisa mobilizar os dirigentes do ensino básico e superior para garantir que os avanços sejam feitos no prazo estabelecido. É preciso que a sociedade Comece a cobrar mais o cumprimento das metas. É preciso que haja mais monitoramento.

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