quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Atividade: Plano de aula sobre Corpo Humano.

Plano de aula.

Disciplina: Ciências
Conteúdo: Corpo humano e seus sistemas 
Ano de ensino: 5º ano
Tema: corpo humano e saúde
Objetivo: Identificar órgãos que compõem os sistemas do corpo humano, em um processo harmônico.
Estabelecer relações entre os órgãos do corpo humano e os sistemas corpóreos aos quais pertencem.
Reconhecer os sistemas que compõem o corpo humano e as suas funções.
Material: Lápis, borracha, tesoura, cola, cartolina e livro didático.
Conhecimento prévio: Saber sobre alguns órgãos que fazem parte do corpo humano, assim como suas funções.
Atividade motivacional: Aula dinâmica e expositiva, indagando alguns questionamentos como: Quais são os órgãos existem no corpo humano? Registrar resposta cartolina.
Encaminhamento metodológico: Revisar o conteúdo estudado através de leitura e exercícios do livro didático.
Explicar que o corpo humano é constituído por diversos sistemas que são compostos por alguns órgãos. Cada sistema exerce sua função específica no organismo. 
Os sistemas são: digestório, respiratório, cardiovascular, endócrino, nervoso, urinário, genital, muscular, sensorial e ósseo. 
Comentar todos os sistemas que compõem o corpo humano.
Avaliação:
Pedir que os alunos façam pequenos grupos.
Em seguida a criação de um jogo usando um cartaz com um esquema do corpo humano com locais para colar os órgãos do sistema digestório.
Para facilitar e importante que já esteja desenhado no cartaz o contorno de cada órgão. Cada órgão também deverá ser confeccionado e recortado separadamente.
O professor então elaborará perguntas acerca do sistema digestório, tais como:
“Em que órgão é produzido o suco gástrico?”
O aluno deverá responder colando o órgão certo no local correto. Dessa forma simples e lúdica os alunos aprendem brincando.
Ao final serão observados todas as atividades, revisando o que foi apresentado no conteúdo estudado.


sábado, 29 de abril de 2017

ROTEIRO SOBRE PAISAGEM.

ROTEIRO DO TRABALHO SOBRE PAISAGEM.

É importante trabalhar a comparação das diferentes percepções pois permite nos ampliar a percepção de novas visões culturais, começando por lugares que mais chamam a tenção. Sendo assim escolhi a Praça Otacílio Guimarães, por me identificar bastante com os benefícios e satisfação que ela oferece.



A Praça Otacílio Guimarães em Vila Pereira recebeu esse nome em homenagem a uma família tradicional, moradora da Praça até meados dos anos oitenta, localizada próximo agência de Correios, bem como um local denominado "grandes usuários" pelo correio, e pessoas interessadas em exercitar. A praça passou por diversas transformações ao longos dos anos e por último foi reformada ganhado uma nova visão de paisagem. Hoje também conhecida pelos moradores como praça da academia. Passou a se denominar assim devido a um projeto implantado: Academia na Praça no qual propunha a criação e o desenvolvimento permanente do projeto, aproveitando racionalmente os espaços públicos para a prática de exercícios físicos de baixo impacto, sem riscos de lesões, com a participação de pessoas de todas as idades, inclusive de quem já ultrapassou a faixa dos 60 anos e integra a chamada Terceira Idade. A implantação da academia trouxe muitos benefícios à saúde da população. Levando os a ter uma vida saudável ligada diretamente à prática de atividades físicas. Contribuindo para um bom condicionamento físico, elevando a autoestima e melhora, sob todos os aspectos, a qualidade de vida dos moradores.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Fichamento citação Direta.
VIGOTSKI, L. S. A Formação Social da Mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

O aprendizado desperta vários processos internos de desenvolvimento, que são capazes de operar somente quando a criança interage com pessoas em seu ambiente e quando em cooperação com seus companheiros. Uma vez internalizados, esses processos tornam-se parte das aquisições do desenvolvimento independente da criança (VIGOTSKI, 1998, p.117-118).

MOYLES, Janet R. A excelência do brincar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

O brincar promove grandes possibilidades de aprendizagem na criança, com as quais suscita o sentimento de satisfação e tornando-a mais clara. O professor deve proporcionar situações e brincadeiras de modo livre e dirigido, que tendem a atender as necessidades de aprendizagem das crianças. De forma que as ações e atividades lúdicas são iniciadas e mediadas pelo educador.  O brincar é fundamental e característico na faixa etária dos dois aos seis anos de idade. Desde o período de recém-nascido, a adaptação da criança ao mundo exterior se faz primeiro pelas suas ações reflexivas, que darão início a esquemas sensório motores fundamentais para o desenvolvimento do jogo na vida do ser humano. Moyles (2006)

ALMEIDA, M. T. P. O Brincar na Educação Infantil. Revista Virtual EF Artigos. Natal/RN- volume 03- número 01- maio, 2005.

Almeida (2005, p. 5):
A brincadeira se caracteriza por alguma estruturação e pela utilização de regras. A brincadeira é uma atividade que pode ser tanto coletiva quanto individual. Na brincadeira a existência das regras não limita a ação lúdica, a criança pode modificá-la, ausentar-se quando desejar, incluir novos membros, modificar as próprias regras, enfim existe maior liberdade de ação para as crianças.

MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sícoli; PASSOS, Norimar Christe. Os jogos e o lúdico na aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2005.

(MARCEDO, 2005)
Os brinquedos de sucata e materiais baratos são importantes, pois a criança fantasia ao criar um brinquedo, é um desafio. A imaginação se desenvolve através da criação. Os brinquedos produzidos pela criança têm valor afetivo, ela sente prazer em criar. A sucata é econômica, desafiam as capacidades humanas, a criança consegue transformar o inútil em útil e se liberta dos vícios do consumismo. (MARCEDO, 2005, p. 123)

CARNEIRO, Maria Ângela Barbato e DODGE, Janine J. A descoberta do brincar. São Paulo: Editora Melhoramentos, 2007.

(CARNEIRO, 2007)
O jogo pedagógico ou didático é aquele fabricado com o objetivo de proporcionar determinadas aprendizagens, diferenciando-se do material pedagógico, por conter o aspecto lúdico, e utilizado para atingir determinados objetivos pedagógicos, sendo uma alternativa para se melhorar o desempenho dos estudantes em alguns conteúdos de difícil aprendizagem (GOMES, 2001, p, 89).