terça-feira, 26 de agosto de 2014

Entrevista com a coordenadora pedagógica

1- Como você caracteriza a clientela da escola?
Coordenadora: São alunos, em sua maioria, de família desestruturados, de nível de escolaridade baixa.

2- Quais os movimentos sociais que existem no entorno da escola?
Coordenadora: Palestras voltadas para áreas sociais,saúde, meio ambiente, esporte, cultura e lazer.

3- De que maneira a comunidade escolar participa do cotidiano da escola?
Coordenadora: Nas reuniões de pais, no colegiado, conselho de pais.

4- Quais os elementos culturais da comunidade penetram no interior da escola?
Coordenadora: São poucos os movimentos culturais que a comunidade participam junto com a escola sendo estes: Festas junina, feira de ciência e folclore (comidas típicas).

5- Como a escola lida com a diversas crenças religiosas?
Coordenadora: A escola não se manifesta quanto a uma religião, pelo contrário, celebra cultos ecumênicos, convidando sempre representantes das igrejas existentes na comunidade e trabalha a
 favor do direito e respeito a cada aluno e suas escolhas religiosas. ¨

6- Quais as práticas da escola que demonstram seu caráter democrático?
Coordenadora: A escola sempre que necessário convoca e convida pais e alunos, professores e demais funcionários a participarem das decisões.

7- Quais as práticas escolares que demonstram seu caráter democrático?
Coordenadora: A mesma recebe a todos os alunos e consequentemente, sua família, da mesma forma independente de sua classe social, raça, etnia ou denominação religiosa.

8- Quais os critérios que a escola utiliza para a enturmação dos alunos do 1º  ano?
Coordenadora: Neste ano, só existe uma turma do primeiro ano fundamental, mais o método de enturmação e definição e definido através de alunos que residem em zona rural ( turno matutino) por conta do transporte escolar, tem prioridade neste turno e em seguida procura manter uma sala heterogênea. 

No dia 21/08/ 2014, tive a oportunidade de entrevistar a coordenadora da escola da minha cidade, foi maravilhoso poder voltar a onde estudei a maior parte da minha vida escolar, e principalmente seu ponto de vista em relação a escola e aos estudantes.
 



 

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Refletindo sobre si mesmo

No texto Paulo Freire pede que façamos uma reflexão sobre nós mesmos para   nos conhecermos melhor, para que possamos intender o outro, assim teríamos uma visão mais ampla da educação. Ele também deixa claro que o homem é um ser inacabado, e que não haveria educação se o homem fosse um ser acabado ou seja, começamos a aprender ao nascermos e passamos a vida inteira em aprendizagem, com isso podemos concluir que não existe um ser acabado, pois o homem está sempre em uma busca permanente de algo que se possa aprender. Isso seria a raiz da educação.
 O homem deve ser o sujeito de sua própria educação por tanto, ninguém educa ninguém. É muito interessante quando Paulo Freire relata que não podemos nos colocar na posição do ser superior que ensina a um ser um grupo de ignorantes, mas sim na posição do ser humildade daqueles que comunica a um saber relativo a outros que possuem outro saber relativo, ou seja ele quis nos passar que não existe um ser mais inteligente que o outro e sim graus de educação.
Mesmo assim os educadores deverão serem humildes e aceitar as opiniões dos educandos e assim aprenderem junto com eles, devemos ficar atentos, pois em muitos casos haverá a possibilidade de que eles saibam até mais que seus educadores e fazer com que eles também saibam com humildade.Afinal não há seres educados ou não educados, estamos todos nos educando. Como diz Paulo Freire é aprendendo que se ensina.  

http://diariodaeducacao123.blogspot.com.br/     Este é o meu endereço do blog para consulta.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

terça-feira, 1 de abril de 2014


" A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe.